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Departamento de Tireóide

Departamento de Tireoide
da Sociedade Brasileira
de Endocrinologia e Metabologia

Notícias

Ótimas Energias para 2016

O ano irá ser movimentado. Em 2016 acontecerá mais uma edição do Encontro Brasileiro de Tireoide, de 21 a 23  em abril, quase um mês antes do Dia Internacional da Tireoide. Por isso, para estar preparado é hora de recarregar as energias. O Departamento deseja a todos um ótimo 2016.

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Eventos científicos

ITC: Participação dos Especialistas Brasileiros

A décima quinta edição do International Thyroid Congress, em conjunto com o 85th Annual Meeting of the ATA, aconteceu entre os dias 18 e 23 de outubro na Florida, Estados Unidos. Presença significativa dos especialistas brasileiros em conferências, apresentação de trabalhos e mesas redondas. Informações foram enviadas durante o evento. 

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15th International Thyroid Congress

Entre os dias 18 e 23 de outubro acontece a décima quinta edição do International Thyroid Congress e o 85th Annual Meeting of the ATA, no Resort Lake Buena Vista, na Florida, Estados Unidos.

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Artigos

Mecanismo de Ação e Metabolismo dos Hormônios Tireoidianos

Ana Luiza Maia – Setor de Tireóide, Hospital de Clínicas de Porto Alegre , Universidade Federal do rio Grande do Sul.

 

Os hormônios tireoidianos são essenciais para as funções metabólicas teciduais, embora a glândula tireóide secrete principalmente o T4, virtualmente todas as ações biológicas dos hormônios tireoidianos ocorrem através da ligação do T3 ao seu receptor nuclear, a conversão extratireoidiana  de T4  para T3  é responsável por aproximadamente 80% do T3 produzido em humanos. Duas enzimas, tipo 1 e tipo 2 iodotironina desiodinase (d1 e d2), catalisam essa reaçãode fundamental importância no metabolismo dos hormônios tireoidianos. No entanto, a contribuição individual de cada uma era desconhecida. Estudos utilizando culturas de células humanas e a desiodação in vivo da d1 e da d2 demostraram que em situações de eutireoidismo d2 é a maior fonte de T3, sendo responsável por aproximadamente 60% do T3 produzido. Essa contribuição é ainda maior no hipotireoidismo, mas no hipertireoidismo d1 passa a ser o principal contribuidor (~70%). Adicionalmente, o T3 gerado intracelularmente pela ação da d2 tem um efeito maior na transcrição gênica do que aquele gerado via d1. Esses resultados tem grandes implicações na compreensão de vários fatores que controlam o nosso metabolismo, entre eles o peso e a sensibilidade insulínica, e sugere que a d2 pode ser um alvo interessante para ação farmalógica no tratamento de disfunções tais como, resistência insulínica e obesidade.

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