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Departamento de Tireóide

Departamento de Tireoide
da Sociedade Brasileira
de Endocrinologia e Metabologia

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Chapas Candidatas para Eleição 2016

Veja a chapa inscrita do Departamento de Tireoide para as eleições daSociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. A divulgação do resultado das eleições acontecerá durante o 32º Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia, na Costa do Sauípe. O CBEM 2016 acontece de 20 a 24 de setembro. 

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Notícias

Olimpíadas: Disfunções Tireoidianas e os Esportistas

Nos meses de agosto e setembro as atenções estarão voltadas para o esporte. Alguns assuntos relacionados à saúde e, principalmente, tireoide voltam à tona. Uma delas é a prática de atividade física por pessoas com disfunção tireoidiana. O tema foi esclarecido pelo Dr. Mario Vaisman, membro do Departamento de Tireoide.

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Prêmio EBT

O Prêmio EBT de Pesquisa e Liderança é uma das premiações do Encontro Brasileiro de Tireoide. Ele foi instituído a partir do ano de 2006 pelo Departamento de Tireoide da SBEM. É um reconhecimento pela contribuição científica e liderança de uma personalidade na tireoidologia brasileira. Confira quais os profissionais já foram contemplados com o prêmio.

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Artigos

Mecanismo de Ação e Metabolismo dos Hormônios Tireoidianos

Ana Luiza Maia – Setor de Tireóide, Hospital de Clínicas de Porto Alegre , Universidade Federal do rio Grande do Sul.

 

Os hormônios tireoidianos são essenciais para as funções metabólicas teciduais, embora a glândula tireóide secrete principalmente o T4, virtualmente todas as ações biológicas dos hormônios tireoidianos ocorrem através da ligação do T3 ao seu receptor nuclear, a conversão extratireoidiana  de T4  para T3  é responsável por aproximadamente 80% do T3 produzido em humanos. Duas enzimas, tipo 1 e tipo 2 iodotironina desiodinase (d1 e d2), catalisam essa reaçãode fundamental importância no metabolismo dos hormônios tireoidianos. No entanto, a contribuição individual de cada uma era desconhecida. Estudos utilizando culturas de células humanas e a desiodação in vivo da d1 e da d2 demostraram que em situações de eutireoidismo d2 é a maior fonte de T3, sendo responsável por aproximadamente 60% do T3 produzido. Essa contribuição é ainda maior no hipotireoidismo, mas no hipertireoidismo d1 passa a ser o principal contribuidor (~70%). Adicionalmente, o T3 gerado intracelularmente pela ação da d2 tem um efeito maior na transcrição gênica do que aquele gerado via d1. Esses resultados tem grandes implicações na compreensão de vários fatores que controlam o nosso metabolismo, entre eles o peso e a sensibilidade insulínica, e sugere que a d2 pode ser um alvo interessante para ação farmalógica no tratamento de disfunções tais como, resistência insulínica e obesidade.

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