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Departamento de Tireoide
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de Endocrinologia e Metabologia

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EBT 2016

Notícias

Homenagem e Recital na Abertura do XVII EBT 2016

No início da noite de quinta-feira (21) de abril, foi realizada a cerimônia oficial de abertura do XVII Encontro Brasileiro de Tireoide, que acontece até sábado em Gramado. Na foto, a Dra. Gisah Amaral, presidente do Departamento de Tireoide; Dr. Alexandre Hohl, presidente da SBEM Nacional; Dra. Ana Luiza Maia, presidente do XVII EBT; Dra. Celia Regina Nogueira, presidente da Comissão Científica do XVII EBT; e o presidente da SBEM Regional Rio Grande do Sul, Dr. Luis Canani.

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EBT 2016: Começo Movimentado

A manhã do dia 21 de abril, no XVII Encontro Brasileiro de Tireoide, foi bastante movimentada. A presença de público em cursos e atividades paralelas pré-congresso faz parte do histórico dos EBTs. Cursos de altíssimo nível aconteceram em duas salas.

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Notícias

Boas Vindas ao EBT 2016

Depois de atividades pré-evento, o XVII Encontro Brasileiro de Tireoide terá a cerimônia de abertura nesta quinta-feira, dia 21 de abril, a partir das 14h. O Encontro deve alcançar a capacidade máxima do Wish Serrano Resort em Gramado. A comissão editorial do Departamento preparou uma cobertura especial para os leitores. 

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Artigos

Mecanismo de Ação e Metabolismo dos Hormônios Tireoidianos

Ana Luiza Maia – Setor de Tireóide, Hospital de Clínicas de Porto Alegre , Universidade Federal do rio Grande do Sul.

 

Os hormônios tireoidianos são essenciais para as funções metabólicas teciduais, embora a glândula tireóide secrete principalmente o T4, virtualmente todas as ações biológicas dos hormônios tireoidianos ocorrem através da ligação do T3 ao seu receptor nuclear, a conversão extratireoidiana  de T4  para T3  é responsável por aproximadamente 80% do T3 produzido em humanos. Duas enzimas, tipo 1 e tipo 2 iodotironina desiodinase (d1 e d2), catalisam essa reaçãode fundamental importância no metabolismo dos hormônios tireoidianos. No entanto, a contribuição individual de cada uma era desconhecida. Estudos utilizando culturas de células humanas e a desiodação in vivo da d1 e da d2 demostraram que em situações de eutireoidismo d2 é a maior fonte de T3, sendo responsável por aproximadamente 60% do T3 produzido. Essa contribuição é ainda maior no hipotireoidismo, mas no hipertireoidismo d1 passa a ser o principal contribuidor (~70%). Adicionalmente, o T3 gerado intracelularmente pela ação da d2 tem um efeito maior na transcrição gênica do que aquele gerado via d1. Esses resultados tem grandes implicações na compreensão de vários fatores que controlam o nosso metabolismo, entre eles o peso e a sensibilidade insulínica, e sugere que a d2 pode ser um alvo interessante para ação farmalógica no tratamento de disfunções tais como, resistência insulínica e obesidade.

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