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Últimas ações do Dia Internacional da Tireoide

O último dia de trabalho da Semana Internacional da Tireoide começou bem cedo. Porém, a mobilização seguiu noite afora em algumas instituições do país. Ao final, a sensação de dever cumprido pelo Departamento de Tireoide da SBEM e pelo profissionais que participaram da campanha ao longo da semana.

 

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Ações do Dia D da Tireoide

O Dia Internacional da Tireoide começa movimentado e com diversas ações pela equipe do Departamento de Tireoide da SBEM e das Regionais da Sociedade. As atividades da quarta-feira (25/5) acontecem pela manhã e conta com o apoio de outras instituições do país. Confira como foi o Dia D da tireoide.

 

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Semana Internacional da Tireoide: Mais Um Dia de Campanha

Mais um dia de campanha pelo Dia Internacional da Tireoide. Profissionais de diversas instituições distribuíram panfletos informativos e deram orientações aos pacientes sobre as questões envolvendo a tireoide. Saiba como foram as ações e veja a programação das próximas atividades.

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Mecanismo de Ação e Metabolismo dos Hormônios Tireoidianos

Ana Luiza Maia – Setor de Tireóide, Hospital de Clínicas de Porto Alegre , Universidade Federal do rio Grande do Sul.

 

Os hormônios tireoidianos são essenciais para as funções metabólicas teciduais, embora a glândula tireóide secrete principalmente o T4, virtualmente todas as ações biológicas dos hormônios tireoidianos ocorrem através da ligação do T3 ao seu receptor nuclear, a conversão extratireoidiana  de T4  para T3  é responsável por aproximadamente 80% do T3 produzido em humanos. Duas enzimas, tipo 1 e tipo 2 iodotironina desiodinase (d1 e d2), catalisam essa reaçãode fundamental importância no metabolismo dos hormônios tireoidianos. No entanto, a contribuição individual de cada uma era desconhecida. Estudos utilizando culturas de células humanas e a desiodação in vivo da d1 e da d2 demostraram que em situações de eutireoidismo d2 é a maior fonte de T3, sendo responsável por aproximadamente 60% do T3 produzido. Essa contribuição é ainda maior no hipotireoidismo, mas no hipertireoidismo d1 passa a ser o principal contribuidor (~70%). Adicionalmente, o T3 gerado intracelularmente pela ação da d2 tem um efeito maior na transcrição gênica do que aquele gerado via d1. Esses resultados tem grandes implicações na compreensão de vários fatores que controlam o nosso metabolismo, entre eles o peso e a sensibilidade insulínica, e sugere que a d2 pode ser um alvo interessante para ação farmalógica no tratamento de disfunções tais como, resistência insulínica e obesidade.

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