Estará encerrado no dia 28 de fevereiro o recebimento de projetos de pesquisa na área de tireoide. O edital do fomento foi divulgado em setembro do ano passado. Os interessados deve ficar atentos a data de envio. ![]()
Alguns médicos e pacientes percebem mudança no controle do hipotireoidismo ao se usar marcas diferentes de levotiroxina. Por que isso acontece? Dra. Laura Ward, endocrinologista especialista em doenças da tireoide, fez um estudo para esclarecer a questão. ![]()
A Genzyme emitiu mais um comunicado à comunidade médica e aos pacientes sobre a disponibilidade do Thyrogen no Brasil. De acordo com o texto, a empresa recebeu mais dois lotes do produto e estima que a quantidade deverá ser suficiente para suprir a necessidade do mercado até o final de abril de 2012. ![]()
A tireoide é uma glândula que regula a função de órgãos importantes como o coração, o cérebro, o fígado e os rins. Ela também produz hormônios que garantem o equilíbrio do organismo. Tire suas dúvidas e aprenda como fazer o autoexame. Basta um espelho e um copo d'água. ![]()
A maior parte dos tumores, que se desenvolvem a partir da célula folicular, é denominado bem diferenciados. Tão bem diferenciados que, geralmente, mantém sua capacidade de captar iodo e de responder a estímulos fisiológicos como TSH.
Graças a esta característica, seu prognóstico é relativamente muito bom. Entretanto, de 5 a 30% dos pacientes evoluem com recorrência. Acredita-se que cerca de 80% dos casos de carcinoma bem diferenciado da tireóide que são atualmente diagnosticados sejam de baixo risco. Infelizmente, ainda não existem marcadores clínicos, cirúrgicos ou anátomopatológicos capazes de distinguir estes pacientes daqueles que, por evoluírem pior, necessitam de cirurgias mais extensas e acompanhamento mais intenso.
O encontro de marcadores moleculares confiáveis que determinem, já ao diagnóstico, a gravidade e, consequentemente, o prognóstico individualizado para cada paciente, poderá economizar somas consideráveis ao serviço público poupando os pacientes de baixo risco de condutas desnecessariamente agressivas.
Demonstramos, recentemente, que a quantificação da expressão de NIS (a proteína da membrana responsável pelo transporte de iodeto para a célula folicular) é fator determinante da resposta terapêutica e da evolução dos pacientes com câncer diferenciado da tiróide. Entretanto, usando marcadores imuno-histoquímicos, incluindo galectina-3, CK-19 e HBME-1, não fomos capazes de distinguir prognóstico.
Mais recentemente, a literatura vem sugerindo que outros marcadores, quando expressos em câncer diferenciado da tiróide, podem determinar se a evolução será favorável ou não. A expressão dos genes MUC1, BRAF e do gente ATM quantificados por real time - PCR e a expressão identificada por imunohistoquímica e western-blot de MUC 1, ATM, NIS, BRAF e p53 podem estar correlacionados com outros fatores clínicos e anátomopatológicos prognosticadores do CDT.
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