Criado em 2000, o Laboratório de Endocrinologia Molecular do Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (UFRJ) realiza pesquisas experimentais para o estudo da tireoide, envolvendo diversos aspectos desde a secreção de TSH a impactos nutricionais no mecanismo da glândula. ![]()
O câncer da tireoide e a disfunção tireoidiana subclínica são alguns dos principais assuntos estudados pela equipe de pesquisa do Serviço de Endocrinologia do Hospital Universitário Clementino Fraga Filho, da UFRJ ![]()
Especialistas do Departamento de Tireoide respondem às perguntas dos internautas relaciondas à glândula tireoide. Os assuntos incluem hipertireoidismo, hipotireoidismo, alimentação e cistos. ![]()
O Departamento de Tireoide realiza campanha de recadastramento para atualizar os dados dos associados. Recadastre-se aqui mesmo no site. O Departamento está ligado à Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. ![]()
Pela primeira vez na história dos Encontros Brasileiros de Tireóide, foi realizada uma sessão aberta ao público leigo. A reunião aconteceu na tarde de quinta-feira, dia 22 de maio, montado dentro da mesma proposta dos eventos de tireóide, ou seja, com estilo informal. Foi um momento único e especial no evento onde estiveram reunidos especialistas, pacientes e jornalistas.
Os participantes se sentaram em forma de círculo e os paciente puderam conversar e tirar suas dúvidas com alguns dos maiores especialistas brasileiros no tema.
Era nítida a satisfação dos pacientes, que tinham como maior preocupação aliviar suas angústias quanto à dificuldade de entender determinados problemas, causados por distúrbios na tireóide.
A Dra Laura Ward, que coordenou a sessão, iniciou deixando claro que o objetivo do encontro não era fazer um diagnóstico ou consulta aos pacientes e sim esclarecer suas principais duvidas quanto ao tratamento e sintomas.
Entre os assuntos discutidos pelo grupo, que ocuparam mais tempo nas discussões estavam a reposição adequada de cálcio, problemas futuros na menopausa ou gravidez em função da cirurgia de tireóide, nódulos e reações diversas ao hipertireoidismo.
No início, observou-se uma cautela dos pacientes em estarem fazendo perguntas tolas, porém a amabilidade dos médicos deixou todo grupo muito à vontade. Segundo a sra. Valderez D Angelo (foto), só em poder dividir as angústias com um grupo tão seleto, já provocou uma sensação de extremo bem-estar.
Os médicos que participaram do debate foram: Alfi o Tincani (Unicamp), cirurgião de cabeça e pescoço; Ligia Vera Montali de Assumpção (Unicamp), especialista em câncer de tireóide; Maria Tereza Batista (Unicamp), especialista em endocrinologia infantil; Nilton Hanaoka (Dimen), especialista em imagens; Roberto B. Santos (Puccamp) Especialista em hiper e hipotireoidismo; e Gil Guerra (Unicamp), especialista em distúrbios sexuais na infância.
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