Estará encerrado no dia 28 de fevereiro o recebimento de projetos de pesquisa na área de tireoide. O edital do fomento foi divulgado em setembro do ano passado. Os interessados deve ficar atentos a data de envio. ![]()
Alguns médicos e pacientes percebem mudança no controle do hipotireoidismo ao se usar marcas diferentes de levotiroxina. Por que isso acontece? Dra. Laura Ward, endocrinologista especialista em doenças da tireoide, fez um estudo para esclarecer a questão. ![]()
A Genzyme emitiu mais um comunicado à comunidade médica e aos pacientes sobre a disponibilidade do Thyrogen no Brasil. De acordo com o texto, a empresa recebeu mais dois lotes do produto e estima que a quantidade deverá ser suficiente para suprir a necessidade do mercado até o final de abril de 2012. ![]()
A tireoide é uma glândula que regula a função de órgãos importantes como o coração, o cérebro, o fígado e os rins. Ela também produz hormônios que garantem o equilíbrio do organismo. Tire suas dúvidas e aprenda como fazer o autoexame. Basta um espelho e um copo d'água. ![]()
13/11/2008
Parâmetros de Diagnóstico para o Câncer de Tireóide
Por Cintia Salomão Castro
Durante a plenária Worldwide view of thyroid câncer, no primeiro dia da programação científica do ICE 2008, em 9 de novembro, o professor da Universidade Federal de São Paulo, Dr. Rui Maciel, apresentou uma análise com estatísticas globais sobre a incidência do câncer de tireóide, a partir de dados específicos de países dos cinco continentes.
Uma das principais conclusões decorrentes dos estudos conduzidos pelo pesquisador brasileiro é a necessidade de novas práticas e novos instrumentos para um diagnóstico mais apurado dos tumores do câncer endocrinológico mais comum – o da tireóide – em busca de um tratamento mais eficaz.
Os números apresentados comprovam que a ocorrencia de carcinoma de tireóide está aumentando em todo mundo. O consenso da Grã-Bretanha, que é diferente do americano, do europeu, do brasileiro e de outros
consensos mundiais, poderia ser mais adequado para a condução dos casos.
Diferenciar os Casos Mais Graves
Refletir sobre tais dados significa deparar-se com um enorme desafio para os especialistas em câncer de tireóide, declarou o Dr. Rui Maciel: “Agora nós temos muito mais casos do que tínhamos no passado. A maior parte são casos simples que não precisavam de uma investigação tão importante. Temos que descobrir novos métodos para detectar os tumores mais graves, pois somente com o ultra-som não dá para descobrir”, explica.
O Dr. Maciel defendeu a necessidade de diferenciar os casos mais graves, pois “não dá para operar todo o mundo”, afirma, lembrando que há situações em que os pacientes podem conviver 50 anos com um tipo de câncer sem acontecer nada.
Foto: Celso Pupo
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