Estará encerrado no dia 28 de fevereiro o recebimento de projetos de pesquisa na área de tireoide. O edital do fomento foi divulgado em setembro do ano passado. Os interessados deve ficar atentos a data de envio. ![]()
Alguns médicos e pacientes percebem mudança no controle do hipotireoidismo ao se usar marcas diferentes de levotiroxina. Por que isso acontece? Dra. Laura Ward, endocrinologista especialista em doenças da tireoide, fez um estudo para esclarecer a questão. ![]()
A Genzyme emitiu mais um comunicado à comunidade médica e aos pacientes sobre a disponibilidade do Thyrogen no Brasil. De acordo com o texto, a empresa recebeu mais dois lotes do produto e estima que a quantidade deverá ser suficiente para suprir a necessidade do mercado até o final de abril de 2012. ![]()
A tireoide é uma glândula que regula a função de órgãos importantes como o coração, o cérebro, o fígado e os rins. Ela também produz hormônios que garantem o equilíbrio do organismo. Tire suas dúvidas e aprenda como fazer o autoexame. Basta um espelho e um copo d'água. ![]()
Entretanto, isso não foi o bastante. "Somente a partir de 1995 é que o Programa Nacional de Sal Iodado passou a funcionar muito bem, suprindo toda a população brasileira", informa o médico Geraldo Medeiros, professor do Depto de Clínica Médica (Endocrinologia) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e presidente do Instituto da Tireóide. "Sem o iodo a população pode passar a apresentar distúrbios como o bócio; o nascimento de crianças com deficiência de tireóide, que podem levar a surdo-mudez, e debilidade mental", explica.
O Dr. Monteiro lembra ainda que a falta de iodo na população leva a um "rebaixamento mental" com crianças sofrendo repetições na escola, por exemplo. A principal forma de ingerir é exatamente por meio do sal iodado e de alimentos como: carnes defumadas, embutidos, frios, enlatados, conservas, molho de soja, peixes e frutos do mar, algas, gema de ovo, maionese, laticínios, pães industrializados, cereais em caixas, agrião, aipo, couve de bruxelas, repolho e frutas enlatadas.
"Doenças que ocorrem pela carência de iodo representam um problema de saúde pública e sua prevenção e profilaxia são mais fáceis e exeqüíveis comparado ao enorme custo de diagnosticar e tratamento de suas conseqüências" lembra a doutora Glaucia Duarte, que produziu uma tese sobre a ingestão de iodo em 964 estudantes.
Apesar da principal preocupação ser a carência do iodo, o excesso também pode acarretar diversos males. Sua ingestão exagerada durante longos períodos podem causar o hipertireoidismo. "Apenas uma ingestão temporária não afetará a maioria das pessoas, exceto os idosos que já tenham nódulos na tireóide que, eventualmente, já produzem mais hormônio.
Outro ponto a ser observado é no caso da Tireoidite de Hashimoto, que é doença autoimune (o próprio corpo ataca a tireoide) e de origem genética. A exposição elevada de iodo por alguns anos pode provocar o aparecimento na população de novos casos", lembra o Dr. Medeiros.
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